sábado, 1 de maio de 2010

INPDH - COMBATENDO A PEDOFILIA E ESPLORAÇÃO SEXUAL DE MENORES - DENUNCIE VOCE TAMBEM

“Tirar a honra e a infância da criança é destruir a dignidade do homem” (Pr. Fideles Filho)

As maiores ONGs e Oscip, entidades de direitos humanos de todo Brasil, juntos com as Igrejas e os defensores dos direitos humanos com mais de 360 mil voluntários, declara guerra aos pedófilos e aliciadores de crianças.

Nós Defensores dos Direitos Humanos, DECLARAMOS GUERRA AOS PEDOFILOS e ABUSADORES DE CRIANÇAS em todo Brasil não podemos esperar pelo disk 100 - conselho tutelar, juizados de menores, ministério publico ou pelo conselho da criança, temos que fazer nossa parte como organização da sociedade civil e fiscalizarmos estas violações e denunciá-los a policia e a justiça, através da rede brasileira de direitos humanos, iremos fazer troca de informações nos estados e municípios, para denunciá-los e entregá-los a justiça, contamos com apoio da justiça para que os culpados sejam punidos de fato.
Pedofilia


A pedofilia, atualmente, é definida simultaneamente como doença, distúrbio psicológico e desvio sexual (ou parafilia) pela Organização Mundial de Saúde. Nos manuais de classificação dos transtornos mentais e de comportamento encontramos essa categoria diagnóstica. Caracteriza-se pela atração sexual de adultos ou adolescentes por crianças. O simples desejo sexual, independente da realização do ato sexual , já caracteriza a pedofilia. Não é preciso, portanto que ocorram relações sexuais para haver pedofilia.O fato de ser considerada um transtorno, não reduz a necessidade de campanhas de esclarecimento visando a proteção de nossas crianças e adolescentes e nem tira a responsabilidade do pedófilo pela transgressão das barreiras geracionais.

Existe crime de pedofilia?

Não existe um crime intitulado “pedofilia” na legislação brasileira. As conseqüências do comportamento de um pedófilo é que podem ser consideradas crime.

Quais os crimes mais cometidos por pedófilos?

- Atentado violento ao pudor. Prática de atos libidinosos cometidos mediante violência ou grave ameaça. São considerados atos libidinosos aqueles que impliquem em contato da boca com o pênis, com a vagina, com os seios, com o ânus, ou a manipulação erótica destes órgãos com a mão ou dedo. Também atos que impliquem na introdução do pênis no ânus, no contato do pênis com o seio ou na masturbação mútua.


-Estupro, constranger criança ou adolescente à conjunção carnal mediante violência ou grave ameaça.


-Pornografia Infantil Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores ou internet, fotografias, imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo crianças e pré-adolescentes.

Atenção: Só existe pedofilia quando esses crimes forem praticados contra menores de 14 anos.





DENUNCIE DISQUE 100

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

DECRETO Nº 6.044, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2007
 
DOU 13.02.2007
 
Aprova a Política Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos - PNPDDH, define prazo para a elaboração do Plano Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos e dá outras providências.
 
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, e de acordo com o disposto no art. 5o, caput e §§ 1º e 2o, da Constituição,
DECRETA:
 
Art. 1º Fica aprovada a Política Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos - PNPDDH, na forma do Anexo a este Decreto, que tem por finalidade estabelecer princípios e diretrizes de proteção e assistência à pessoa física ou jurídica, grupo, instituição, organização ou movimento social que promove, protege e defende os Direitos Humanos, e, em função de sua atuação e atividade nessas circunstâncias, encontra-se em situação de risco ou vulnerabilidade.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Lula altera plano de direitos humanos

Em seu discurso, João Vicente Goulart defendeu o direito à memória das vítimas de perseguição política - (Carlos Moura/CB/D.A Press )


Diante da pressão das Forças Armadas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou a esvaziar no varejo o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH). Em decreto assinado nessa quarta, dia 13, ele abrandou os objetivos da Comissão da Verdade – criada para investigar crimes da época da ditadura – com a retirada do trecho que previa o exame de delitos praticados pela “repressão política”.
A mudança era defendida pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, e pelas entidades que reúnem militares da reserva que atuaram na repressão política durante o regime militar, incluindo duas centenas de citados nas listas de torturadores reveladas por grupos de direitos humanos.
Na tentativa de camuflar a derrota do ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), que estava em queda de braço com Jobim, Lula decidiu manter o decreto publicado em dezembro que instituiu o Programa Nacional de Direitos Humanos. Esse decreto – na prática revogado em parte nesta quarta, dia 13 – previa o exame de “violações de direitos humanos praticadas no contexto da repressão política”.
O novo texto foi definido num encontro de Lula com Vannuchi e Jobim. Vannuchi deixou a reunião sem falar com a imprensa. Jobim se limitou a dizer que da parte dele estava tudo “resolvido”.
A retirada da palavra “repressão política” não traz prejuízos concretos para a instalação da Comissão da Verdade, observam assessores do governo. Mas, na guerra de simbologias, travada desde o começo da distensão política no final dos anos 1970 por militares e vítimas da ditadura, venceram mais uma vez os que negam a repressão política que resultou em torturas e execuções sumárias, avaliam os mesmos assessores.
A Comissão da Verdade será formada por representantes do Arquivo Nacional, da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, da Comissão de Mortos e Desaparecidos e do grupo de trabalho da Defesa, que faz buscas na região do Araguaia.
A revogação no varejo do Programa Nacional de Direitos Humanos só está no começo. Com Jobim e Vannuchi, Lula só tratou da parte das torturas cometidas pela repressão militar. O presidente também é pressionado para abrandar outros capítulos, como o que trata da descriminalização do aborto.
O único ponto que o presidente Lula não cedeu às pressões dos militares é o que prevê a identificação pública dos locais utilizados para torturar participantes da resistência à ditadura. De acordo com o decreto, os centros de violação dos direitos humanos, em estruturas militares ou civis, devem se tornar públicos.
O QUE MUDOU
- O presidente acatou a principal reivindicação dos militares referente à Comissão da Verdade – que vai investigar crimes cometidos no período da ditadura (1964-1985).
- Na nova versão, a comissão será criada para “examinar as violações aos direitos humanos praticadas no período fixado no artigo 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional”. O artigo 8º trata justamente da abrangência da anistia política no Brasil.
O que isso significa
- O texto previa investigação de violações de direitos humanos praticadas no contexto da “repressão política”.
- Agora, não mais especifica se poderiam ser investigadas violações de direitos humanos praticadas por militares ou militantes de esquerda na ditadura. A possibilidade de as investigações recaírem apenas sobre os militares foi um dos pontos de descontentamento.
O QUE PERMANECE
- O texto preservou o artigo que determina à Comissão da Verdade “identificar e tornar públicas as estruturas utilizadas para a prática de violações de direitos humanos, suas ramificações nos diversos aparelhos do Estado e em outras instâncias da sociedade”.
- Lula também não retirou do texto o item que cria uma legislação nacional proibindo que ruas, praças, monumentos e estádios tenham nomes de pessoas que praticaram crimes na ditadura.
AS DEMAIS POLÊMICAS
- O governo não pretende modificar, pelo menos por enquanto, outros dois pontos polêmicos.
- A realização de audiências públicas antes de um juiz decidir sobre concessão de liminar para reintegração de posse de fazenda invadida.
- A implementação de critérios de acompanhamento editorial com o objetivo de criar um ranking nacional de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de direitos humanos e de veículos que cometem violações.
- Para reduzir a forte reação da Igreja Católica, o governo não descarta retirar do texto o apoio ao projeto que estabelece a união civil entre pessoas do mesmo sexo. O Planalto ainda estuda a possibilidade de alterar o texto que propõe a descriminalização do aborto e excluir a proposta de impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

SER HUMANO??

tortura no presidio de santo antonio do descoberto,nas barbas do lula,ainda existe tortura nesse pais,porisso esses presos sai revoltados,isso nao e um ser humano..