quinta-feira, 22 de outubro de 2009

ONU

AS NAÇÕES UNIDAS CONSELHO CRIAÇÃO DE COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS NA ÁSIA.



As Nações Unidas pediram nesta quinta que os países do Sudeste Asiático constituam uma comissão de direitos humanos que tenha credibilidade. Esta recomendação chega quando os membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) se preparam para realizar sua cúpula anual, no próximo fim de semana na Tailândia.
Durante a reunião, os chefes de Estado ou de governo asiáticos devem assinar o documento de criação da Comissão Intergovernamental da Asean para os Direitos Humanos, amparada por ceticismo por parte dos ativistas comprometidos com a defesa das liberdades básicas.
"A comissão da Asean terá que trabalhar muito duro para se transformar em um mecanismo regional que ajuda a fechar a brecha que existe entre a retórica sobre direitos humanos e a realidade na região", indicou a ONU em comunicado.
Esta meta nunca foi posta em prática, já que a Asean se uniu a regimes acusados de violar direitos humanos, como Brunei, Vietnã, Laos, Mianmar e Camboja. A criação oficial da comissão intergovernamental de direitos humanos da Asean foi marcada por críticas por parte de 300 grupos civis regionais, que defendem o respeito das liberdades básicas e consideram que a ação da Asean será ineficaz.
Além da líder opositora e Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, que cumpre desde agosto passado outra pena, de 18 meses de prisão domiciliar, por transgredir a que cumpria desde 2003, pelo menos outras 2.100 pessoas permanecem presas em Mianmar por motivos políticos, segundo a Anistia Internacional.
A Asean é formada por Brunei, Mianmar, Camboja, Filipinas, Laos, Malásia, Indonésia, Cingapura, Tailândia e Vietnã.
Seminário vai discutir metodologia para implantação de Programa de Proteção a Defensores



24 de novembro de 2005
De 28 a 30 de novembro, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) realiza, em Brasília, o Seminário Nacional de Metodologia de Implementação do Programa Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos. O objetivo do encontro é construir estratégias de implementação do Programa, que tem como eixo central a parceria com os governos estaduais



Programa Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos

O Programa Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos foi lançado em 2003 pela SEDH para garantir proteção a estes defensores. De acordo com o programa, cabe ao Estado garantir a integridade física de pessoas e grupos que expõem suas vidas pelos ideais de um mundo mais justo e solidário e que, em razão dessa luta, correm risco de vida e recebem ameaças de grupos com interesses opostos.

A coordenação do programa nacional também tem a missão de realizar agendas extras por meio de comissões especiais formadas para buscar informações sobre graves ameaças dirigidas a defensores em vários estados brasileiros. A intenção é sensibilizar e pressionar as autoridades locais e estaduais para que dêem prioridade na apuração das ameaças. Este ano, os membros das comissões já estiveram na Bahia e no Mato Grosso.

Na Bahia, a comissão se reuniu com autoridades de Salvador e Santo Antônio de Jesus, em outubro, para averiguar as ameaças sofridas pela defensora de direitos humanos, Ana Maria Santos, feitas por um suposto grupo de extermínio que atua no município baiano. No mesmo mês, também estiveram em Mato Grosso para averiguar as ameaças de morte sofridas pela defensora de direitos humanos, Leonora Brunetto, integrante da Comissão Pastoral da Terra (CPT). Ela é ameaçada por fazendeiros da região por defender e apoiar trabalhadores sem terra da Gleba Gama, município de Nova Guarita.

Os defensores dos direitos humanos são todos os indivíduos, grupos e órgãos da sociedade que promovem e protegem os direitos humanos e as liberdades fundamentais universalmente reconhecidos. Esta é a definição da “Declaração dos Direitos e Responsabilidades dos Indivíduos, Grupos e Órgãos da Sociedade para Promover e Proteger os Direitos Humanos e Liberdades Individuais Universalmente Reconhecidos”, adotada pela Assembléia Geral das Nações Unidas na Resolução 53/144, de 09 de dezembro de 1998.

Fazem parte desse universo, os dirigentes ativistas de direitos humanos; religiosos ou agentes de pastorais; jornalistas ou comunicadores sociais; juízes ou advogados e outros funcionários do judiciário; vereadores, deputados e senadores; dirigentes ou ativistas de organizações sociais, populares, cívicas, comunitárias, camponeses, indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, ciganos; gestores e funcionários públicos (quando se deslocam a áreas de violência); dirigentes ou ativistas sindicais, de federações e confederações de trabalhadores; dirigentes ou ativistas de grupos políticos; entre outros.


Magno Malta canta e fala sobre pedofilia no Celebrando a Paz 2009


Ter, 20 de Outubro de 2009 11:31


Foto: Rodrigo Barbosa de Sousa
O evento organizado pela Rádio Vitória 640 AM, com apoio do evangelista e deputado estadual Reginaldo Almeida, em sua 4ª edição reuniu no Parque da Prainha de Vila Velha cerca de 30 mil pessoas. Foram mais de 10 horas de louvor e adoração a Deus.
Entre os convidados, preletores e cantores, participaram do evento: Pastores Gilmar Santos (GO), Adeilton Costa (SP), Yossef Akiva (RJ), além dos cantores: Damares, Daniel e Samuel, Lauriete, Cassiane, Rayssa e Ravel, Bruna Karla, Alexandre Bernardino, Eliane Silva e Amanda Ferrari, Os Levitas, Shirley Kaiser, entre outros

TODOS CONTRA A PEDOFILIA

Nadadora diz que lei contra pedofilia é sua maior vitória

Qua, 21 de Outubro de 2009 00:00

Uma nova lei contra pedofilia está para ser aprovada com o nome de Joanna Maranhão. O projeto determina que o prazo de crimes sexuais só começa a ser contado a partir da data em que a vítima completa 18 anos.
A nadadora pernambucana, que aos nove anos foi abusada por seu treinador, não pode fazer mais nada, pois o crime prescreveu. Mas, assim que a nova lei for aprovada, as vítimas poderão procurar a Justiça depois de adultas.
Última atualização ( Qui, 22 de Outubro de 2009 18:26 )

DENUNCIE!!

DISQUE 100
Acontece nos dia 21, 22 e 23 a quinta conferencia da paz e Direitos Humanos no auditório da Faculdade 2 de Julho.